Defesa Civil orienta sobre risco de cabeça d’água após alerta de chuvas intensas em MT

A Defesa Civil orienta que banhistas redobrem a atenção e não subestimem sinais de cabeça d’água em rios e cachoeiras. Reprodução O Instituto Nacional ...

Defesa Civil orienta sobre risco de cabeça d’água após alerta de chuvas intensas em MT
Defesa Civil orienta sobre risco de cabeça d’água após alerta de chuvas intensas em MT (Foto: Reprodução)

A Defesa Civil orienta que banhistas redobrem a atenção e não subestimem sinais de cabeça d’água em rios e cachoeiras. Reprodução O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para Mato Grosso entre este domingo (22) e segunda-feira (23). Diante da previsão, a Defesa Civil orienta que banhistas redobrem a atenção e não subestimem sinais de cabeça d’água em rios e cachoeiras. Segundo o Inmet, estão previstas tempestades isoladas, com raios e rajadas de vento de até 60 km/h. O volume de chuva pode variar entre 20 e 30 milímetros por hora. Apesar disso, o órgão informa que o risco de queda de energia, galhos, alagamentos e descargas elétricas é considerado baixo. Mesmo assim, a Defesa Civil de Mato Grosso alerta para o risco de “cabeça d’água”, fenômeno que provoca aumento repentino do nível dos rios e pode causar acidentes graves. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 🌨️ O que é a “cabeça d’água”? A cabeça d’água é um aumento repentino e forte do nível de um rio, causado por chuvas intensas nas partes mais altas do curso d’água, como nas cabeceiras e nas partes mais altas dos rios. O fenômeno pode ocorrer mesmo que não esteja chovendo no local onde a pessoa está. Além da subida rápida da água, há aumento da correnteza, presença de galhos e folhas e mudança na cor do rio, que fica mais turvo. Por surgir de forma inesperada, a cabeça d’água representa risco para banhistas, pescadores e pessoas que estejam próximas às margens. ✅ Como se proteger? A Defesa Civil orienta que a população adote medidas preventivas, como: Evitar permanecer em áreas de corredeiras ou próximas a encostas e pedras; Observar sinais de mudança, como aumento do nível da água, alteração na cor do rio e presença de galhos e árvores; Sair imediatamente da água e procurar um local seguro e mais elevado ao perceber qualquer alteração; Não atravessar rios a pé ou de veículo durante ou após chuvas intensas; Ficar atento às condições climáticas, mesmo que a chuva esteja ocorrendo em outra região.

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