Preso suspeito de estuprar criança e armazenar imagens de abuso sexual infantil é advogado com registro em MT

O suspeito possui o registro junto a seccional de MT Reprodução O homem preso em flagrante por suspeita de estuprar uma menina de 6 anos, em Várzea Grande, n...

Preso suspeito de estuprar criança e armazenar imagens de abuso sexual infantil é advogado com registro em MT
Preso suspeito de estuprar criança e armazenar imagens de abuso sexual infantil é advogado com registro em MT (Foto: Reprodução)

O suspeito possui o registro junto a seccional de MT Reprodução O homem preso em flagrante por suspeita de estuprar uma menina de 6 anos, em Várzea Grande, neste sábado (18), foi identificado como Elias Gomes da Silva, advogado inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT). Segundo a Polícia Militar, o suspeito foi preso após a mãe da criança denunciar que a filha havia sido vítima de abuso sexual. A OAB-MT informou que irá apurar o caso e encaminhar as informações ao Tribunal de Ética e Disciplina (TED), responsável por analisar a conduta dos profissionais da advocacia. O g1 tenta localizar a defesa do investigado. Agora no g1 A Ordem também esclareceu que o Tribunal de Defesa das Prerrogativas (TDP) não foi acionado e, por isso, não acompanhou a operação policial nem a prisão do advogado. Durante o atendimento da ocorrência, testemunhas relataram aos policiais que o homem mantinha um computador com vídeos de relações sexuais envolvendo diferentes pessoas e que haveria registros que indicariam a presença de outras crianças. Diante dessas informações, a polícia também passou a investigar a suspeita de armazenamento de imagens de abuso sexual infantil. Ao ser questionado pela polícia sobre a denúncia, o homem negou os fatos. Com o advogado, a polícia apreendeu uma carteira de couro contendo R$ 1.390,00 em espécie, documentos pessoais (RG, CPF e CNH), cartões de crédito, um comprovante de empréstimo, além de uma carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e um cartão de contabilidade. O caso segue em investigação.

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